The 2-Minute Rule for preço de camera de segurançai em palmas to

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É construído a partir de dois espaços: as casas dos meus avós, uma no Porto, nas Fontainhas, e a outra na Beira Alta, perto da raia, em Figueira de Castelo Rodrigo. É um projecto sobre a memória e sobre a perda que a memória implica. Para editar o livro iniciei uma campanha de "crowdfunding". Quem quiser apoiar faz uma reserva antecipada do livro, realiza um pagamento by using MB, e recebe depois o livro pelo correio. Se por qualquer razão, o projecto não for concretizado, o dinheiro desta reserva será devolvido. O preço da reserva será inferior ao preço de venda, depois de terminada a campanha. ''Para apoiar'' basta ir ao [[site PPL

A esteva é uma uma planta que cresce e se multiplica profusamente em terrenos muito pobres, onde quase nada mais pode crescer. Por isso o povo diz "Terra de estevão é terra que não dá pão". A esteva é um arbusto de pequeno porte, mas incómodo, porque suja as mãos com um líquido viscoso que baba das folhas.

''Poeminha de Homenagem à Preguiça Common'' Que nada é impossível não é verdade; todo o mundo faz nada com facilidade //Millôr Fernandes in "~Pif-Paf"//@@ Há em Agosto, nas férias, na praia, que consumimos com sofreguidão, algo de muito absurdo. Mas a vida sem absurdos teria muito pouca graça...

Experimentei ainda juntar ao Houaiss dicionários de sinónimos e de antónimos, dicionários de calão, dicionários de rimas fileáceis e difíceis e de cada vez restava um vazio de palavras na rede da peneira; as palavras caíam todas e transbordavam da caixa que colocara por debaixo para as aparar. Perdia de cada vez algum tempo a procurar algumas palavras mais matreiras que aproveitavam a ocasião para se esconder em vários pontos da sala. Encontrei várias vezes um "cotão" debaixo do sofá, um "pó" por detrás dos livros nas estantes e um "lixo" sob a carpete. Percebi então que, ao contrário do que afirmara Mallarmé e em que M.A. Pina parecia acreditar, a poesia, se não se constrói com ideias, também não se constrói com palavras . A poesia constrói-se com nada. O product, como sempre, tinha razão. Há nada e surge o poema. A poesia é o que conhecemos que mais se aproxima do milagre de multiplicação dos pães e do vinho, com a diferença de que, em vez de multiplicar uma existência, cria uma existência a partir de uma não existência. Existe subitamente um poema onde antes nada existia. Talvez cada poema nos permita aproximar da compreensão do Big Bang. É a única excepção conhecida à lei da conservação da energia, a única experiência que contraria o célebre principio de Lavoisier "Nada se cria, nada se perde, tudo se transforma". Por isso não há poesia sem poetas; e eu não fui capaz de joeirar o teu poema, que procurava para te oferecer e homenagear.@@

]] pode fazê-lo no website da blurb; fazendo uma encomenda, recebê-lo-á pelo correio.@@

O Banquete é sobre o amor. A determinada altura no discurso de Sócrates ele diz, repetindo as palavras de Diotima, mulher de Mantineia: indent //Sabes que a "poesia" é multiforme; no sentido geral é, não importa em que objecto, a causa pela qual ele surge do não-ser para a existência: assim os trabalhos realizados em todas as profissões são "poesias" e os seus autores "poetas". Todavia, tu sabes que estes não são denominados poetas, mas têm outros nomes, enquanto que de toda a “poesia” uma única parcela foi destacada, a que se refere à música e aos versos, e com o nome do todo é denominada.// Para Platão toda a criação é poesia. Assim, cada pessoa pode ser um poeta na sua actividade, se a exercer de uma forma criativa, se realizar coisas, criar objectos. Afinal, o célebre slogan de Joseph Beuys "Cada pessoa é um artista", que tanto clamor originou e que continua a ser objecto de tanta discussão, não passaria de uma reprodução daquela ideia de Platão, expressa há cerca de 2500 anos atrás!

Morreu jovem, com apenas trinta e quatro anos de idade, mas foram trinta e quatro anos percorridos a uma velocidade próxima da velocidade da loucura. indent indent //À velocidade da loucura, os sonhos no coração não ocupam espaço, duram um tempo infinito, e têm uma massa também infinita.//

indent indent @@font-dimensions:10px;''Arca de Noé'' é um livro de fotografia, baseado num projecto fotográfico que venho desenvolvendo há uns anos, sobre a memória, sobretudo em torno das recordações de infância, da sua resistência, da sua fragilidade e da sua perecibilidade. É construído a partir de dois espaços: as casas dos meus avós, uma no Porto, nas Fontainhas, e a outra na Beira Alta, perto da raia, em Figueira de Castelo Rodrigo. É um projecto sobre a memória e sobre a perda que a memória implica. Para editar o livro iniciei uma campanha de "crowdfunding". Quem quiser apoiar faz uma reserva antecipada do livro, realiza um pagamento via MB, e recebe depois o livro pelo correio. Se por qualquer razão, o projecto não for concretizado, o dinheiro desta reserva será devolvido. O preço da reserva será inferior ao preço de venda, depois de terminada a campanha. ''Para apoiar'' basta ir ao [[web site PPL

Mas isso seria assunto para outro submit. Deixei para o fim aquele que me parece o trabalho mais interessante, sobre o pretenso quarto de hotel, onde os pais de Julião Sarmento teriam passado a lua-de-mel e onde o artista teria sido concebido. Esta história, tive a sorte de a ouvir durante a visita de uma escola, que apanhei nessa sala por acaso. E desde já uma pergunta: porque razão parece haver esta are inclinedência a tantas vezes não revelar informação contextual tão importante para a compreensão de uma obra? Antes de ouvir esta informação tinha percebido que eram imagens de um ou mais quartos, que teriam algum significado importante para o autor. O título dá uma pista subtil(1947), Julião Sarmento nasceu a 48, mas é insuficiente. As imagens em grande formato, muito negras e com grande contraste, lembram o universo estético de Nozolino, ainda que Nozolino seja mais rigoroso nas impressões. Cada imagem é acompanhada de uma placa com as mesmas dimensões, pousada no chão, junto a cada fotografia, forrada a tela azul, que interpretei como uma óbvia referência à memória vazia de imagens (porquê azul, JS terá as suas razões), que Julião Sarmento só preencheu com a ajuda dos pais, e por isso a placa central que dedica este trabalho à memória de outro. Muitas das nossas memórias são-nos emprestadas e muitas vezes nem as distinguimos com precisão daquelas que são genuinamente nossas. Em minha opinião estas placas são esteticamente inadequadas, são forçadas porque desnecessárias, e porque parecem apenas um adorno synthetic para obter para este trabalho o carimbo de conceptual e de contemporâneo. O trabalho não o exigia, e as placas espalhadas pela sala acabam por contrariar a sua simplicidade e, dessa forma, destruir a sua envolvente poética. Já agora uma pergunta ao museu. Aceito que Julião Sarmento possa usar muitos títulos em línguas estrangeiras, nomeadamente em inglês, mas porque não foram tantas vezes esses títulos traduzidos nas etiquetas informativas junto a cada trabalho? Em muitos países da Europa tenho sido confrontado com situação inversas, por exemplo na Alemanha com títulos apenas em alemão, mas parece-me estranho em Portugal aparecer informação apenas numa língua estrangeira. ~PS1 - Já agora, para quem se interessa por estas matérias o Paulo Cunha e Silva publicou um artigo chamado [[A OBRA DE ARTE, O SISTEMA E OS SEUS DONOS. META-ANÁLISE EM TRÊS TEMPOS

Bastaria comparar aquilo que o PM disse antes e o que diz agora para não podermos acreditar. E ele até disse, vejam lá (falou demais?), que nunca iria argumentar que não conhecia a situação para propor coisas que não anunciou, pois conhecia-a. É preciso ''NÃO''acreditar e pelo contrário exigir conhecer toda a situação. Uma auditoria independente às contas! Pois, como diz o bispo, até tudo pode estar a ser manipulado para conseguir destruir direitos. Temos de saber quanto devemos, a quem e porquê? E quem é responsável? indent indent @@font-dimensions:11px;...

Mudam-se as vontades porque se mudam os tempos dirão eles, claro, mas os tempos não mudaram assim tanto, a não ser o lugar onde eles estão. Basta ouvir o que tantos- sem qualquer vergonha na cara e sem acto de contrição - ousam dizer acerca das agências de rating, que antes eram sagradas, e do papel da Europa na resolução da crise, que antes era nenhum ou quase nenhum, pois nós éramos os culpados. Ainda hão-de um dia defender a renegociação da dívida e chamar ignorantes a quem se admirar...

Ó partidos, da esquerda e da direita, mais uma vez podeis beijar os pés ao papa, ficareis com a boca abençoada para mentir melhor.

Mas esse renascimento, que nos é proporcionado pelo sol, tem de ser muitas vezes defendido por nós, contra aqueles que estão ao serviço de um inverno prolongado, de uma noite sem amanhecer.

indent indent @@font-dimension:10px; ''Nota'': Esta foi a fotografia que fiz à frente da segurança do museu, antes de me virem informar que period proibido. Espero que não constitua um "uso indevido de imagens do artista"

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